{"id":1331,"date":"2019-03-28T12:05:00","date_gmt":"2019-03-28T18:05:00","guid":{"rendered":"https:\/\/tejiendoredesinfancia.org\/?p=1331"},"modified":"2021-09-02T12:12:07","modified_gmt":"2021-09-02T17:12:07","slug":"expertos-internacionales-estaran-en-colombia-para-identificar-maneras-de-combatir-la-violencia-contra-ninas-en-escenarios-de-conflicto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tejiendoredesinfancia.org\/pt_br\/sala-de-prensa\/expertos-internacionales-estaran-en-colombia-para-identificar-maneras-de-combatir-la-violencia-contra-ninas-en-escenarios-de-conflicto\/","title":{"rendered":"Especialistas internacionais estar\u00e3o na Col\u00f4mbia para identificar formas de combater a viol\u00eancia contra meninas em ambientes de conflito"},"content":{"rendered":"<ul class=\"wp-block-list\"><li><strong>O III Semin\u00e1rio Latino-Americano de Pensamento sobre Direitos da Crian\u00e7a: &quot;Desafios e respostas \u00e0 viol\u00eancia contra meninas em cen\u00e1rios de conflito armado e crime organizado&quot; \u00e9 convocado pela REDLAMYC-Rede Latino-Americana e Caribenha de Defesa dos Direitos da Crian\u00e7a, Meninas e Adolescentes e organizado por a Alianza por la Ni\u00f1ez Colombiana, membro desta rede de redes, no \u00e2mbito de #TejiendoRedesInfancia, um projeto cofinanciado pela Uni\u00e3o Europeia.<\/strong><\/li><li><strong>O Observat\u00f3rio de Crian\u00e7as e Conflitos Armados da Coaliz\u00e3o Contra o Envolvimento de Meninos, Meninas e Jovens no Conflito Armado na Col\u00f4mbia (Coalico) indica que entre janeiro e dezembro de 2018, 331 eventos de conflito armado foram registrados, dos quais 213 envolveram diretamente efeitos para essa popula\u00e7\u00e3o, o que significa um aumento em rela\u00e7\u00e3o a 2017, quando foram registrados 166.<\/strong><\/li><li><strong>A Alianza por la Ni\u00f1ez Colombiana, em seu relat\u00f3rio \u201cA inf\u00e2ncia, v\u00edtima de um conflito armado que ainda persiste\u201d, indica que o Estado n\u00e3o cumpriu integralmente nenhuma das 18 recomenda\u00e7\u00f5es relacionadas ao conflito armado, apresentadas em 2015 pelo Comit\u00ea dos Direitos da Crian\u00e7a (CRC).<\/strong><\/li><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">No dia 9 de abril, especialistas em defesa dos direitos da crian\u00e7a da regi\u00e3o se reunir\u00e3o na Col\u00f4mbia para analisar os desafios que a Am\u00e9rica Latina e o Caribe enfrentam diante da viol\u00eancia contra meninas em cen\u00e1rios de conflitos armados e do crime organizado. Isso a fim de rever experi\u00eancias e analisar em conjunto as respostas poss\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre os especialistas estar\u00e1 Esmeralda Arosemena de Troiti\u00f1o, que em fevereiro passado foi eleita presidente da Comiss\u00e3o Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), principal \u00f3rg\u00e3o da Organiza\u00e7\u00e3o dos Estados Americanos (OEA) encarregado da promo\u00e7\u00e3o e prote\u00e7\u00e3o da humanos no continente desde 1959. Da mesma forma, estar\u00e3o presentes Daniel Claverie, consultor da \u00c1rea de Promo\u00e7\u00e3o e Prote\u00e7\u00e3o de Direitos do Instituto Interamericano da Crian\u00e7a e do Adolescente, organiza\u00e7\u00e3o dos Estados Americanos, e Juan Mart\u00edn P\u00e9rez Garc\u00eda, secret\u00e1rio executivo da Rede Latino-americana e Caribe\u00f1a de Defesa dos Direitos de Meninos, Meninas e Adolescentes (Redlamyc), entre outros.<\/p>\n\n\n\n<p>Elas participar\u00e3o do III Semin\u00e1rio Latino-americano do Pensamento sobre os Direitos da Crian\u00e7a: \u201cDesafios e respostas \u00e0 viol\u00eancia contra meninas em teatros de conflito armado e crime organizado\u201d, que acontecer\u00e1 no Hotel e Centro de Conven\u00e7\u00f5es - Metrotel 74, de Bogot\u00e1, Col\u00f4mbia ) O semin\u00e1rio \u00e9 realizado no \u00e2mbito do projeto #TejiendoRedesInfancia entre Redlamyc e a Uni\u00e3o Europeia e conduzido no pa\u00eds pela Alliance for Colombian Children, membro da rede de redes.<\/p>\n\n\n\n<p>Acontecimentos infelizes como as 10 das maiores cidades mais violentas do mundo na Am\u00e9rica Latina, que at\u00e9 superam as metr\u00f3poles de pa\u00edses em guerra como a S\u00edria, ou que h\u00e1 pa\u00edses com conflitos de v\u00e1rios anos, exigem a\u00e7\u00f5es contundentes. E nessa perspectiva regional, segundo o secret\u00e1rio executivo da REDLAMYC, Juan Mart\u00edn P\u00e9rez Garc\u00eda, a Col\u00f4mbia tem muito a ensinar, n\u00e3o s\u00f3 pelos avan\u00e7os em um acordo de paz \u2013ap\u00f3s 60 anos de confrontos\u2013, mas porque at\u00e9 com o conflito e o tr\u00e1fico de drogas deu pistas de onde fica a sa\u00edda.<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cO processo cont\u00ednuo de constru\u00e7\u00e3o da paz; os avan\u00e7os que teve para enfrentar o crime organizado e a articula\u00e7\u00e3o que as organiza\u00e7\u00f5es e a sociedade civil t\u00eam fazem da Col\u00f4mbia um lugar importante para estar, ouvir, dialogar e, claro, ter uma plataforma para convocar a Am\u00e9rica Latina em tudo como um todo e a afirma a urg\u00eancia de enfrentar a viol\u00eancia de que s\u00e3o v\u00edtimas as crian\u00e7as e, em particular, as meninas da regi\u00e3o \u201d, <\/em>afirma P\u00e9rez.<\/p>\n\n\n\n<p>Este problema, apesar dos avan\u00e7os apontados pelo secret\u00e1rio executivo de Redlamyc, parece relutar em desaparecer no territ\u00f3rio nacional. Dados do Observat\u00f3rio da Inf\u00e2ncia e Conflitos Armados da Coaliz\u00e3o contra o Envolvimento de Meninos, Meninas e Jovens no Conflito Armado na Col\u00f4mbia (Coalico) indicam que entre janeiro e dezembro de 2018 houve&nbsp;<strong>331 eventos de conflito armado<\/strong>, dos quais&nbsp;<strong>213<\/strong>&nbsp;afetou diretamente essa popula\u00e7\u00e3o, o que significa um aumento de 28.31% em rela\u00e7\u00e3o a 2017, quando se cadastraram&nbsp;<strong>166<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Novos recrutas e deslocamentos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O Coalico revela ainda que ap\u00f3s n\u00fameros animadores entre 2015 e 2017 de diminui\u00e7\u00e3o dos casos de recrutamento for\u00e7ado e uso de meninas, meninos e adolescentes (produto das negocia\u00e7\u00f5es entre o Governo e as FARC), em 2018 voltaram a aumentar. Foram relatados 50 eventos relacionados ao envolvimento e recrutamento, 28 do uso de meninas e meninos em campanhas c\u00edvico-militares, 66 deslocamentos for\u00e7ados, 29 viola\u00e7\u00f5es ao direito \u00e0 vida e \u00e0 integridade pessoal, 21 ataques e ocupa\u00e7\u00f5es de objetos civis (como escolas e hospitais), 10 bloqueios de suprimentos e servi\u00e7os b\u00e1sicos, 7 viola\u00e7\u00f5es contra a liberdade pessoal e 3 contra a liberdade sexual.<\/p>\n\n\n\n<p>Da mesma forma, o relat\u00f3rio &quot;A inf\u00e2ncia v\u00edtima de um conflito armado que ainda persiste&quot;, publicado em novembro passado pela Alian\u00e7a pela Crian\u00e7a Colombiana, afirma que um total de&nbsp;<strong>2&#039;382.086<\/strong>&nbsp;Os colombianos de 0 a 17 anos s\u00e3o v\u00edtimas do conflito armado e 48,6% deles s\u00e3o meninas, conforme aponta a Funda\u00e7\u00e3o PLANO.<\/p>\n\n\n\n<p>Na mesma an\u00e1lise, a Alian\u00e7a confirma que o Estado ainda n\u00e3o cumpriu nenhuma das 18 recomenda\u00e7\u00f5es apresentadas em 2015 pelo Comit\u00ea dos Direitos da Crian\u00e7a (CDC) relacionadas ao conflito armado, ao mesmo tempo em que aponta que apenas seis o viram qualquer progresso e v\u00e1rios obst\u00e1culos a superar.<\/p>\n\n\n\n<p>O relat\u00f3rio acrescenta que do n\u00famero total de meninas e meninos v\u00edtimas do conflito, o 99% foi for\u00e7ado a se deslocar e se desarraigar, situa\u00e7\u00e3o que os afunda na pobreza, na falta de prote\u00e7\u00e3o e os exp\u00f5e a outros fatos, como la\u00e7os, abusos sexuais e acidentes por minas antipessoal, entre outros.<\/p>\n\n\n\n<p>Num panorama dessas caracter\u00edsticas, o III Semin\u00e1rio Latino-Americano do Pensamento sobre os Direitos da Crian\u00e7a se apresenta como um espa\u00e7o p\u00fablico ideal para convidar crian\u00e7as e adolescentes, representantes da sociedade civil, organiza\u00e7\u00f5es internacionais, \u00f3rg\u00e3os governamentais e especialistas em direitos da crian\u00e7a. crian\u00e7as e adolescentes para refletir e identificar os principais desafios e constata\u00e7\u00f5es para o enfrentamento de todas as formas de viol\u00eancia contra essa popula\u00e7\u00e3o, especialmente as meninas, no contexto do conflito armado e no cen\u00e1rio do crime organizado.<\/p>\n\n\n\n<p>Mais informa\u00e7\u00f5es em: <a href=\"https:\/\/redlamyc.org\/seminariointernacional\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/redlamyc.org\/seminariointernacional\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Contato de m\u00eddia: <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ver\u00f3nica Morales, Diretora Regional de Comunica\u00e7\u00e3o #TejiendoRedesInfancia +52 1 55 5620 9309<\/p>\n\n\n\n<p><em>foto por <a href=\"https:\/\/unsplash.com\/@kobbyfotos?utm_source=unsplash&amp;utm_medium=referral&amp;utm_content=creditCopyText\">Kobby Mendez<\/a> sobre <a href=\"https:\/\/unsplash.com\/s\/photos\/colombia?utm_source=unsplash&amp;utm_medium=referral&amp;utm_content=creditCopyText\">Unsplash<\/a><\/em><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>El III Seminario Pensamiento Latinoamericano sobre Derechos de la Infancia: \u201cDesaf\u00edos y respuestas frente a la violencia contra las ni\u00f1as en escenarios de conflicto armado y<span class=\"excerpt-hellip\"> 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